Da taça à caneca, um pouco do design do copo

Taí algo que sempre me intrigou: o design dos copos. É no mínimo curioso ficar imaginando a história por trás de cada formato, tamanho e espessura desse objeto tão comum quanto pouco “explicado”. Exceção à regra são as taças de vinho, é verdade. O líquido que virou febre por essas bandas trouxe a reboque mil e uma informações, inclusive, quanto a seu translúcido recipiente. Até eu, que entendo bulhufas de vinho, sei que o formato potencializa aromas e, consequentemente, o sabor. Mas ainda é pouco. Não satisfeita, embarquei nessa viagem para tentar descobrir, cacos, ou melhor, pistas dessa trajetória fascinante. Não vá esperando uma tese, está mais para uma conversa. Ali, no boteco da esquina. Bora lá?

Primeiro, as damas

Sabe uma panela? Com alças que parecem as das xícaras? Pois é, era assim o Kylix, parente distante da taça e recipiente onde os antigos gregos consumiam o vinho. Mas ele tinha lá seus problemas. Primeiro, com o material: era feito de barro, o que fazia o o vinho oxidar muito rápido. Daí, sabe aquele gosto amargo e forte? Arg… Outro problema era o uso comunitário. Quando não se passava o grande recipiente de um em um, era preciso usar frágeis e inadequados copos e cálices para bebê-lo. Ao longo do tempo, o que era de se esperar, o tamanho foi diminuindo e os materiais utilizados, mudando. Mas durante muito tempo ainda se manteve a tradição de todos beberem no mesmo recipiente. Era uma prova de fraternidade também e de que a bebida não estava envenenada! Sacou a tática ? 😉

Na Idade Média, os cálices de prata ainda eram exclusividade da Igreja Católica. Foi só na Idade Moderna que o vidro entrou em cena individualizando e, de certa forma, popularizando a taça. As cidades italianas tomaram a frente na fabricação do vidro em fins da Idade Média e, no século XV, com a descoberta do cristal e a utilização do chumbo pelos ingleses, os recipientes para a degustação ficaram mais transparentes e menos grossos. Daí em diante, as taças se tornaram cada vez mais translúcidas e finas, ganhando contornos específicos para cada tipo de vinho. (fonte: Clube dos Vinhos)

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Olha um kylix ateniense aí. Saiba mais sobre ele aqui.

É claro que, como toda boa história, há a parte lendária. Conta a mitologia grega, por exemplo, que Apolo, a pedido dos deuses, foi o encarregado em moldar o recipiente para que eles degustassem sua bebida divina. Apolo, então, designou Páris para a tarefa que a fez usando metais preciosos e tomando como base os seios de Helena de Tróia (o problema é que ele, digamos, bebeu desse cálice além da conta, sabe da história do cavalo de Tróia? Pois é). Entre os mortais, há diversas lendas similares. Na Idade Média, o rei francês Henrique II teria mandado fazer taças a partir dos seios de sua amante, Diane de Poitiers. Outra história famosa é que o bojo das primeiras taças de champagne foi modelado tomando como medida os seios de Maria Antonieta. E não para por aí: Madame Pompadour e Madame du Barry, ambas amante do rei Luís XV, e Pauline Bonaparte, irmã de Napoleão, também teriam emprestado seu corpo para o molde de taças. Mas não se empolgue, nenhum das histórias tem comprovação.

Trocando em miúdos, ou melhor, em design, segue, em linhas gerais (cada tipo de vinho, tem suas particularidades) um resumo:

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Fonte para a montagem:  Somelier Wine

 Bom, verdade ou não, Maria Antonieta deu nome à taça de champagne de formato mais baixo e bojo aberto. Mas seu desenho não favorecia a manutenção da perlage (pequenas bolhas). Foi então que se criou-se a flûte, ou flauta, cujo design mantém uma área de evaporação menor na boca mantendo as delicadas bolhas ao fundo. Em 2009, a partir de uma parceria entre Embrapa Uva e Vinho, Associação Brasileira de Enologia (ABE) e a Cristallerie Strauss, de Blumenau, foi criada a taça do Espumante Brasileiro, feita artesanalmente e com bojo ainda mais sinuoso mantendo o borbulhar constante do líquido.

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Maria Antonieta e seu pei…quer dizer, sua taça (foto: Clube dos Vinhos)

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Viu o formato triangular na base do bojo? Eis o segredo 😉 (foto: Roka)

 

Lorde conhaque

Conhaque, brandy ou brande: pode escolher o nome. A bebida, que é destilada duas vezes do vinho e envelhecida em barris de carvalho francês, foi criada por volta de 1.300 na região de Cognac, daí o nome em português (aliás, tal como Champagne, só é considerado conhaque os fabricados na região de origem). Bom, a história, em linhas gerais, é que se produzia ali um vinho inferior, branco e de graduação alcoólica muito baixa. O problema é que os produtores do vinho tinham dois inconvenientes na produção: primeiro, que o líquido era muito delicado, se deteriorava rapidamente; segundo, que as taxas que o governo francês aplicava sobre as bebidas exportadas eram muito pesadas. A solução? Destilar uma parte do vinho! O álcool obtido, de alta graduação e muito concentrado, seria  exportado e  o consumidor acrescentaria  água, obtendo um novo vinho. Acontece que uma parte desse álcool não foi exportada, nem incorporada. Simplesmente ficou envelhecendo em barris de carvalho.E com o passar do tempo, foi adquirindo uma cor caramelo e perdeu muito de  seu  ardor.  Nascia, assim,  o  conhaque. 

O conhaque é uma bebida para se tomar no frio, por conta do teor alcoólico e concentração de odores. E, se a taça exige certa distância das mãos, o conhaque quer elas bem por perto. Por isso, a forma ideal é servir em cálices bojudos, para facilitar esse contato.  Tradicionalmente, o copo de conhaque é aquecido com uma vela, fazendo com que a concentração da bebida aumente e você sinta o calor que o conhaque te proporciona. Agitando a taça, o aroma se destaca ainda mais. E quanto mais tiver sido envelhecido em madeira, mais atraente é o seu perfume. (Fontes: Revista Mensch)

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Palmas para o suporte também 🙂 (foto: Magnicient Home Style)

Mas vamos ao que importa, o design dos copos que, para mim, são os mais lindos!

 

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Fontes para a montagem:  EHow / Cognac Expert

 

On the rocks, baby

Whisky vem de uisge que, em versão reduzida, significa “água da vida”, em gaélico escocês. Isso porque a produção inicial estava ligada a monastérios onde o tal licor era usado com fins medicinais. A produção foi introduzida pela tradição irlandesa no século IV ac e a destilação era essencial para os moradores por causa do clima das terras altas. Feito de água e cevada essencialmente, o whisky é o sangue da Escócia tanto histórico, social quanto economicamente. (Fonte: Clã do Whisky)

Mas vamos ao copo! Que pode ter vários nomes: old fashioned, double old fashioned ou on the rocks. 

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Fonte da montagem: Revista Adega

 Quem precisa de gelo? Pois é, parece incoerente, mas foi essa a pergunta que o designer Kacper Hamilton fez. E o resultado foi a linha de copos para whisky L’Art de la Dégustation. Funciona assim: no centro do copo há um orifício no qual se encaixa um metal responsável por resfriar a bebida. Assim, não é preciso diluir o whisky em água, o que o preserva em sua pureza.

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A abertura incentiva o movimento do líquido (quero ver é mantê-lo no copo depois de umas e outras, rs)

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É a base de metal que vai manter tudo geladinho (ela vai para a geladeira antes)

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E eis a torre de copos :)))

 Tiro rápido

Falemos agora dos copos pequeninos, mas que guardam as mais fortes bebidas.  Trocando em miúdos, la mexicana tequila e a brasileiríssima cachaça. A primeira vem do agave azul, planta de clima árido, vulcânico e utilizada de mil formas em suas partes, mas que só foi destilada em meados do século XVI. Há uma lenda que diz ter sido durante uma epidemia de gripe em 1918 que alguns médicos começaram a receitar “shots de Tequila” como tratamento (que beleza!). Pois foi daí, segundo a lenda, que surgiram as pequenas medidas. 

E, ao contrário do que muitos pensam, o copo de tequila não é o de shot. Para ela, existe o Caballito, com as mesmas medidas de base e boca. Outra diferença está na forma de consumo: ao invés de ingerir de uma vez, toma-se em pequenos goles.

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Todo quadradinho ❤ (foto: Business People Unlimited)

Aproveitando a deixa, a história dos copos de shot também é regada a lendas. Fato é que na Itália ele foi usado durante dois séculos no lugar do Jigger, feito para beber licor antigamente.

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Hoje, ele é usado como medidor para drinques (foto: Verema)

 

O recipiente (shot) foi assim chamado oficialmente pelo New York Times afim de padronizar o volume do líquido no recipiente, na cidade, já que se vivia tempos de lei seca. Também há a história de que o nome viria de seu possível criador, o alemão Friedrich Otto Schott. A medida que se tornou popular, o nome teria sido encurtado.  (Fonte e foto: 4C – 2013.02)

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Põe quarentinha aí, garçom.

Bom, voltando à tequila, o Consejo Regulador de Tequila desenvolveu, junto à empresa Riedel, uma taça semelhante a de espumantes para valorizar a degustação dos aromas da bebida envelhecida, a Copita. E é mais ou menos a mesma coisa que acontece com a cachaça, por exemplo. Os produtores de cachaças envelhecidas têm se preocupado em destacar as qualidades do produto. Ainda não existe uma taça padrão para esse tipo de cachaça e os modelos encontrados no mercado podem ser muito parecidos com taças de licor, vinho do Porto ou brandy.

Fonte: Papo de Bar  / Vitro / Revista Adega

 

Bom, eu sei que há mais copos superinteressantes por aí mas, quer saber, me deu uma sede… Vou ali tomar uma e já volto com bons drinques e, claro, com a caneca mais querida também!

Saúde!

😉

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A revolução do silicone na cozinha

Difícil não se apaixonar por ele. Resistente, não abrasivo, fácil de limpar, de manusear, de guardar – ufa – são muitas as razões para se render ao silicone, da espátula à panela. Pois é, amigo, tem até panela com o material. Isso porque ele aguenta altas e baixas temperaturas. Não bastasse, ainda viabiliza os mais modernos, coloridos e encantadores desenhos e cores. Antes alvo de algumas desconfianças (parecia muito bom para ser verdade ter tudo isso numa peça só), hoje o silicone se popularizou e tem conquistado cada vez mais setores na cozinha. Se você também é um fã do silicone, tem que conhecer esses produtos.

Fecha comigo

Chega de improvisos com papel filme. Agora os potes sem tampa ganham uma opção extra e reutilizável, com a Coverflex, que é extensível e se adapta a vários formatos

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Estica, puxa e vai

Para preservar aquela cervejinha sobre a mesa no bar e em casa, ou na geladeira depois de aberta, a Beer Savers foi pensada. Tem tamanho padrão para a maioria das garrafas de cerveja.

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Até o formato tem a ver

Para quem bebe vinho, também tem opção bacana. O Metrokane Rabbit é ainda mais completo: tanto serve como tampa como facilitador da saída do líquido.

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Basta acionar a trava

Salvando a pele

Para a sua segurança, o silicone entra em ação de várias formas. Para começar, na forma desse suuuper protetor da grade do forno (à venda aqui).

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Nada de sustos mais

Na hora de manusear os alimentos quentes, o Fingertongs ajuda bastante, principalmente pelo design ergonômico que facilita a pegada bem na ponta dos dedos.

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Tem até buraquinhos para a mão “respirar”

Se o problema é com o prato quente, esse pequeno acessório traz a medida exata para segurar o prato sem se queimar . À venda aqui.

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Seu dedo agradece 🙂

Além da temperatura alta, possíveis cheiros e manchas na pele também podem ser um problema. Por isso, essa dupla também não pode faltar na sua cozinha. Para evitar o contato da pele com o limão, a Lékué criou esse espremedor de silicone simples e prático. Basta encaixar o limão, apertar e pronto (Via link

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Quem tem medo do limão?  

Para completar, esse descascador de alho de formato cilíndrico é tão simples quanto eficaz.

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Como não pensaram nisso antes?

Detalhe que faz a diferença

Aos poucos, o silicone vai substituindo antigos materiais e criando novas possibilidades graças as suas características. Um exemplo disso é esse escorredor dobrável que serve para cozinhar alimentos no vapor. Fácil de usar e guardar.

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São tantas funções que é até difícil definí-lo

A flexibilidade também é o trunfo desse pote de preparo de massas de bolo e afins. Especialmente na hora de despejá-la na(s) forma(s) (via link).

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E ainda vem com medidas 🙂

Sabe aquela cordinha improvisada que você costuma amarrar a carne? Esqueça. Agora ela é mais prática e higiênica com o Silicone Silly Twist Set.

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E ainda são coloridas ❤

Por fim, esse singelo descanso de panela é uma pequena grande ideia para facilitar o ritmo da cozinha. À venda aqui.

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Serve também como descanso de talheres, por exemplo

Efeito sanfona

É o formato que cada vez mais se vê em produtos de silicone. Traz praticidade e economia de espaço, sem contar o efeito quase mágico. Quer um exemplo? Aí vão dois.

A começar por essa incrível chaleira Cuissential SlickBoil, que ganha formato inacreditável recolhida.

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É ou não é mágico?

E terminar por essa bandeja/escorredor que se adapta à necessidade.

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Mudança de paradigma

Não basta só invadir a área dos acessórios, é preciso ir além. E o silicone vai. Já pode ser visto em panelas e peças que vão ao forno. Onde ele vai parar? Só Deus! (Via link)

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Essa é de pressão e vai ao microondas

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Já essa vai ao forno convencional mesmo.  Vai um peixinho assado aí?

Toda mulher precisa de um desses

Os homens podem não entender bem o quanto esses produtos são necessários para nós, mulheres, mas, acreditem, todos eles facilitariam muito a nossa vida. Para ganhar tempo (e dinheiro, em alguns casos), diminuir o estresse ou deixar a vida, digamos, nas horas de aperto, com mais possibilidades. Você entenderá daqui a pouquinho!

O grampo sumiu

Grampo, presilha, piranha, borrachinha… Elas somem quando a gente mais precisa. Por isso a solução simples dessa escova de cabelo é tão eficiente. Ela vem com um compartimento para guardar esses pequenos itens. Dá até para levar na bolsa e não perder tempo também no trabalho ou onde quer que seja. Vende aqui. Via Pinterest.

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Assim parece uma escova comum

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Mas ela faz aparecer aquele grampo que costumava sumir sempre que precisava

Sem cabelo na escova

Tão esperta quanto, a Easy Comb é uma escova que resolve outro problema: a cabelaiada que fica na base. A solução, criada pela designer Juhyun Lee para a KOI & Insix Design Studio, foi colocar uma peça de silicone removível.

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Assim, sai tudo de uma vez só 🙂

Sem cabelo no ralo

Esse é outro drama do qual reclamam principalmente os homens. Trata-se daquela “cobra” de fios que se forma no ralo e o entope volta e meia. Pois bem, olha que ideia genial é o Drain Wing, uma tampa de ralo com uma correntinha que tem pequeninas pás em formato de hélices para alcançar os fios que escorrem pelo ralo. Quer entender melhor? Veja esse vídeo.

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Eca, e nem será preciso tocar em nada

Unha preservada

Quem já saiu apressada do salão e esbarrou sem querer em algum objeto que deixou aquele rabisco na unha  levanta a mão borrada aí… Pois é, a sensação é péssima, mas com esse protetor, vai dar para dirigir imediatamente, falar ao celular, buscar filho, etc, etc, sem estragar nada. E sem desperdiçar dinheiro!

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Encaixou, protegeu

Orelha sem abano

No salão, às vezes, a chapinha (ou secador) já pode esbarrar sem querer na orelha e queimá-la (já aconteceu comigo!). Imagine, então, em casa, sem muita experiência. Por isso, é bom preservar a pele com esse protetor. Tem aqui para vender.

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Chapa quente

O mesmo vale para as chapinhas que ficam na cama esquentando e podem causar acidentes. O ideal é um recipiente como o Hot Iron Holster que é feito de silicone e gruda em vários materiais (porcelana, madeira, metal e até vidro) facilitando o acesso. Via link.

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Quero um agora!

Sutiã no lugar certo

Essa ideia é, na verdade, uma sugestão que pode ser adaptada para muitas outras peças. Trata-se de uma blusa comum mas que tem um pequeno detalhe: uma alça por dentro que prende a alça do sutiã e não deixa que ele fique à mostra. Fácil de prender e de soltar, ele é tão simples quanto muito eficiente. Gostou? Vende aqui.

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Agora, o sutiã acompanha a blusa até se ela cair

Xixi de pé

Pois é, minha amiga, você que sempre teve aquela inveja dos homens que podem se aliviar sem ter que fazer malabarismos para evitar sentar no vaso sanitário alheio. Agora, não precisa mais. Com o GoGirl Female Urination Device (que nome mais tabajara hehe) é possível realizar essa façanha. O formato é ergonômico, ou seja, nada de vazamentos. Está à venda nesse site.

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Go Girl! Be free! (Só não se esqueça de lavar direitinho depois, ok?) 

Leve para onde quiser, é portátil

A ideia de carregar para onde quiser o que se precisa, é um trunfo. Mas alguns objetos parecem ter ficado no limbo da imobilidade quando o assunto é… ser portátil. Até que alguém (um designer, claro) veio e disse – por que não? Daí, vimos aparecer verdadeiras maravilhas com portabilidade. E melhor: de forma prática, simples e até leve se considerado o resultado que se tem quando aquele pacote todo se abre. Quer ver?

Trouxe a churrasqueira?

Se você estava acostumado a levar a cerveja ou a carne para a farra com os amigos, pode guardar espaço também para a churrasqueira. Mas nada de peso, a X-Grill é dobrável e consegue se transformar numa bolsa com alça e tudo.

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Vai um picanha?

Outra que parece de brinquedo é a Darwin BBQ. Ideal para espaços pequenos, por exemplo, ou então para reunião de poucas pessoas ao ar livre, por exemplo. Via link.

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A própria estrutura serve de suporte para ela ficar em pé 

Mamãe prevenida

Muito além da mamadeira, bolsa de mãe (quando o filho é pequenino, pelo menos) é um mundo de paninhos e outros itens que fazem diferença na hora do aperto. Pois bem, para aquelas que também querem garantir o berço, taí uma portátil que vai garantir o bom soninho do seu baby em qualquer lugar. À venda aqui.

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Atende desde os bebezinhos de colo…

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… Até os mais crescidinhos

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Depois, é só dobrar tudo e colocar nas costas (do pai, de preferência rs)

Mordomia na praia

Tudo bem que cadeiras de praia são portáteis, mas depois de ver essa, você vai rever seus conceitos. Até porque a Wheeled Beach Chair agrega muito, mas muito mais valor a sua praia. Ela é reclinável e vem com seu próprio guarda-sol que também é flexível, de acordo com a inclinação. Vem com espaços laterias removíveis que funcionam como cooler e sustentam uma taça de vinho, por exemplo. Possui encosto para o pescoço e até um estrutura suplente que vem embaixo do assento e a transforma em chaise long. É mole ou quer mais?

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Quase um camarote à beira-mar

Ao ar livre

Se a sua “praia” for um piquenique num parque, dá para, acredite, levar a mesa e as cadeiras, de uma vez só, em uma maletinha. Como?  Com a Picnic Table que se abre para a mesa com quatro assentos.

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E você ainda escolhe a cor 🙂

Bons drinks em qualquer lugar

Brookstone já vem com tudo: garrafinhas, copos e até porta-copos. E ainda tem espaço para os utensílios e guardanapos. 

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Doses de praticidade 😉

Chega de roupa amarrotada

Principalmente em viagens a trabalho, a gente sempre depende dos serviços de hotel para deixar a roupa bem passada ou então daquele ferro disponível no quarto que não é lá essas coisas. Pois o designer macedônio Apostol Tnokovski resolveu o problema com esse ferro portátil que não ocupa espaço na mala e funciona à bateria. Via Link.

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Ele, fechadinho, nem vai pesar na mala

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Para usar, é só dobrar a parte que se parece com asas

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E elas funcionam como alça 🙂

Penduradas e sem odores

No mesmo estilo viagem-que-precisa-de-roupas-alinhadas, esse cabide é o que há. Ele se dobra todinho para caber até na bolsa. E vem com um plus – possui um sistema de íons que retira da roupa odores como o de cigarro. Criação do designer Jun Kurihara. Via Link

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Sabe aquela ida ao bar no espaço de fumantes? Não precisa deixar rastros.

Viciados em café

Sabe aquele espresso de máquina que você adora? Dá para fazer em casa. Aliás, dá para fazer em qualquer lugar como o TWIST. A minimáquina pode ser usada com um mão, basta colocar água e acionar a alavanca que ativa o cartucho que vem dentro dela (e que, segundo o link rende doses de café para o ano todo). À venda aqui.   

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Vem até com suporte para mantê-lo elevado

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Vai um cafezinho?

Som dobrado

Caixas de som e amplificadores ganharam tamanhos menores para serem carregadas de lá para cá,  mas em comparação ao FYLM, elas são um peso desnecessário. Esse auto-falante possui nada menos que 2,5 milímetros e é totalmente dobrável para caber até naquela bolsinha de mão. Com entrada para qualquer saída de fone de ouvido convencional, ele tem design atrativo e cores bem bacanas. Via link

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Dá para combinar as cores com o seu aparelho de celular, por exemplo

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Basta direcioná-lo para amplificar o som para onde bem entender 

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Ele cabe na carteira e funciona de forma universal

Máquina de lavar do futuro

Vencedora do Electrolux Design Lab Competition, a Dismount Washer é uma ideia revolucionária do hábito de se lavar roupa, especialmente em espaços coletivos. Funciona assim: a única estrutura fixa é um bastão preso à parede que possui uma tela touch screen para acionar a lavagem de acordo com o montante de roupa. Daí, cada um dos usuários encaixa o seu próprio recipiente, contendo suas roupas, no bastão, para que sejam lavadas. Assim, cada um tem independência, privacidade e garantia de que nada vai se perder misturada às peças dos demais usuários.

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O recipiente de lavagem tem tampa semi-transparente

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O bastão possui uma trava para encaixá-lo com segurança 

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Depois de lavadas, é só desencaixar e transportar por meio das alças nas laterais

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Ideal quando se tem poucas peças para lavar

É o design expandindo a estante, o abajur e até a varanda

Sabe um ioiô? Pois é, aqui a ideia é parecida já que as criações funcionam com a mesma proposta: estender e retrair de acordo com a necessidade. Em tempos de espaços curtíssimos, um beijo para quem pensa na gente se acotovelando no mobiliário.

Algumas ideias são simples, outras nem tanto. Mas todas são um bom exemplo de como dá para ir além, nem que seja por meio de um braço, um encaixe ou qualquer sistema que facilite a nossa vida.

Camadas de função

A REK coffee table, do estúdio holandês Reinier de Jong, é um suspiro de felicidade para quem vê chegar a parentada e não tem aonde mais colocar bandeja, café, petiscos e tudo o mais que a gente faz para agradar, né não?

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Mil e uma possibilidades prum lado ou pro outro 😉

Vira mesa de jantar

Na mesma linha mesinha-de-centro-magia, a Tetra, da italiana Sculptures Jeux, também tem lá suas espertezas. Ela se abre em abas que podem até ser destacadas para se tornarem bandejas.

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E viradas ganham nova cor, veja aqui

Cabe em qualquer canto

É ótimo para a área de serviço mas vai bem também no closet ou até no banheiro. Daí a praticidade desse cabideiro que, quando não está sendo usado, é recolhido sem ocupar espaços indevidos. Via Pinterest

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Falta só aprender a passar camisa social rs

Luz encaixada

Quase a mesma ideia teve a recém-formada designer norueguesa Caroline Olsson, da Akershus University College. Seu projeto de graduação foi esse abajur pra lá de esperto que se retrai se abrigando numa caixinha que parece daquelas de giz de professor. 

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Tem futuro ou não tem essa menina? 🙂

Mordomia pouca é bobagem

Sabe aquele café na cama dos sonhos? Taí nesse criado-mudo que só falta falar mesmo. Dá para usar para ler, usar o notebook, ou seja, é mordomia de verdade.

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Seja esperto e escolha o lado certo da cama, ok?

É só dobrar

Potes de plástico e até silicone, o novo xodó dos utensílios gourmet, existem aos montes, mas a Consul tomou a frente ao lançar esses que são retráteis. Ou seja, ocupam a metade do espaço na hora de guardar.

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Expandiu…

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Retraiu… Lembrou do ioiô?

Poucas paredes, poucas tomadas

É para resolver esse problema que a Pop-Out Outlet surgiu. Num clique ela quadruplica suas possibilidades transformando-se numa espécie de T. Confira aqui como ela funciona.  Via link.

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Tem crianças em casa? Acabou de ganhar mais uma vantagem!

Labirinto expandido

Tudo muito simples até agora? Então se prepare para a fase dois desse post. E quem abre os trabalhos é a REK bookcase , do estúdio Reinier de Jong (o mesmo da primeira mesinha, lá em cima). Uma estante que se abre e fecha num perfeito movimento de encaixe e cresce de acordo com sua coleção. O zig zag do desenho é fenomenal e vai se adaptando ao tamanho dos livros e do espaço que se tem.

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Até fechada, ela é show

Quase o portal de Nárnia

Lembra daquele armário que dava para outro mundo no filme? Pois é, dá para lembrar dele vendo o  Walk-in Closet, do escritório holandês Hosun Ching. Mas o mundo em questão aqui é o do ganho de espaço. Acompanhe comigo…

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1 – A barra que serve como puxador também serve para pendurar alguma roupa no cabide

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2 – Os espaços são beeem divididos entre gavetas, prateleiras e araras 

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3 – Para facilitar, as portas se abrem com rodízios fofos de madeira e borda azul

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4 – Tá certo que se você é mulher vai dar falta de mais cabideiro, mas lembre-se do formato aparente fechado: era pra ser só aquilo

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5 – Reparou nos dois espelhos? Dá para se ver por trás 😉

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6 –  E os detalhes, como o espaço para joias, para convencer de vez!

Sim, até a varanda

Para encerrar em grande estilo, que tal ganhar simplesmente uma varanda a mais na casa? Como? De forma retrátil, claro. E, acredite, automática. Veja o vídeo. Via link

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Precisa de um respiro? Compre uma varanda!

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Olha ela se abrindo aí. Dá para acreditar?

E viva o dia de los muertos!

Foi em Guanajuato, cidade universitária localizada na parte central do México, que eu me deparei com o quadro. Na verdade uma espécie de nicho em madeira com a frente fechada em vidro. Dentro dele, em formato de bonequinhos de papel machê, Frida Kahlo e seu amado Diego Rivera compunham a cena. Ele, diante de um cavalete, pintava ela, sentadinha ao lado. Porém, o mais legal (e que eu fiquei fascinada e mais pobre, já que não era muito barato) é que, ao contrário da imagem real da pintora estampada na minitela, o rosto deles era de … Caveirinha!

É assim no México. Lideradas por La Catrina – a dama da morte – as caveiras não são assustadoras. Ao contrário, são festivas. Tanto que estampam confeitos em doces de açúcar para crianças no famoso Dia de Los Muertos. O próprio evento, um dos mais animados do país, faz da morte uma companheira menos pesada. Portanto, para celebrar o dia hoje, que tal tener la compañía de las calaveras?

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Para abrir os trabalhos (e os caminhos) essa maçaneta é delicada e marcante. De deixar uma primeira impressão e tanto, não? À venda na Amazon

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Achou muito séria? Então tem capacho fofinho de caveirinha pixelada 🙂 E dá para comprar aqui

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Ainda no campo decor, olha que tudo esse papel de parede. Em padrões quase que de tapeçaria, não deixam a elegância de lado. Via Pinterest.

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Dá para acreditar nesse trabalho precioso nas costas dessa blusa? Via Pinterest

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Porque caveiras também são amor ❤ ❤ ❤ Vi aqui ó

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Essa caixinha aqui, além de trabalhada na cor e nos detalhes, ajuda a organizar a bagunça. Da para comprar aqui.

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Para deixar os bons drinks ainda mais estilosos. À venda aqui

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E aí, vai ou não vai dar uma colher de chá -ou de sopa, café – para elas? Via link

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Fabricado especialmente para o Dia de Los Muertos, esse relógio da Romain Jerome traz todo o simbolismo da data. Um deles é a quantidade de cores – sete como as sete etapas que a alma (assim, explica a marca, com referêcia aos astecas) deve passar para chegar a paz…

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E, para encerrar, as minicaveiras que funcionam como caixinhas de som são criação dupla francesa Kuntzel – Deygas. O mais bacana é que elas são feitas artesanalmente. E com um detalhe: os olhos te seguem para onde você for…

Garimpo em L – MoMA

Trata-se de um dos maiores museus de Arte moderna do mundo e, no seu acervo, estão ícones do Design ao longo dos tempos. Ainda não conheço o MoMA, em Nova York, EUA (ainda!) mas é um sonho para todo designer ter uma peça lá, inclusive à venda. Aqui no Rio, na Livraria Cultura da Gávea, algumas estão à venda, mas nem é preciso sair de casa para conhecê-las. Basta uma voltinha na loja virtual do museu que é um verdadeira tentação. Prepare o coração (e o cartão) e resista se puder.

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Sabe o nariz do Pinocchio? Pois então, olha a ideia-pronta aí, minha gente! O Pinocchio Tape Measure custa US$ 6

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Do vaso tradicional, sobrou só a borda no Outline Vase. Mas ainda dá para encaixar a flor ;). Por US$ 65 

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O premiado Espresso Set, da norte-americana Lexon, além de feito de bambu é ainda mais esperto já que tem pires que se encaixa à bandeja e fendas para as colherzinhas. À venda por US$ 70

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Tá vendo essa caixinha comum? Ela é bem mais do que se imagina…

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Ela se abre em três compartimentos para você carregar para onde for. Fabricado pela Umbra, ela custa US$ 35 

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De tão juntos, eles viraram um: saleiro e pimenteiro na mesma peça. Basta apertar o “interruptor” para escolher o tempero. À venda por US$ 14

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Chuva, a calçada cheia e um esbarra-esbarra sem fim…

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… Mas seus problemas acabaram com esse guarda-chuva que vem com uma fresta transparente. O toque de graça é o formato de óculos de mergulho e a cor pra lá de vibrante. Preço: US$ 28  

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O Componibili é um módulo retrô que vai bem do quarto do filho ao escritório. As portas de correr têm buracos como puxadores. Da designer Anna Castelli Ferrieri para a Kartell e à venda por US$ 135 (promocional)

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Mais uma ideia-pronta e tão simples quanto genial: o Desk Egg atrai magneticamente os clipes formando um ninho fofo. Preço: US$ 16  

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Sabe aqueles organizadores que fazem milagre na sala? Esse aí abriga de um tudo para ninguém mais perder nada. À venda por US$ 20

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Não precisa nem conectar esse amplificador para ouvir muito melhor seu celular. Basta encaixar seu smartphone. De qualquer forma, vem com USB também. Custa US$ 38

Quer ver mais? Clica aqui e divirta-se!

Para facilitar (e muito) a vida na cozinha

Quem está aprendendo a cozinhar e o precisa fazer todo santo dia, sabe: não é nada fácil administrar panelas, tempos e pontos de cozimento, habilidades de corte, organizar utensílios, deixar tudo limpo, etc, etc, etc… Ufa! É como equilibrar pratos, patinar no gelo, andar de slackline: demooora até pegar o jeito, se é que pega. Por isso, toda vez que vejo um produto que vai além, que pensa na pobre dona de casa e que facilita a vida dela, putz, eu dou gritos de aleluia e agradeço pelo cada vez maior desenvolvimento da profissão de designer. Do fósforo à panela tecnológica, são eles os envolvidos em fazer o mundo um tantinho mais fácil. E como eles conseguem!

Temperos à mão

Sabe aquela arrumação com um monte de pacotinho dentro do armário, que você não sabe mais qual é qual? Pois é, não dá certo. O melhor é apostar num desses organizadores de potes de temperos. Eles têm separação por cores e se agarram magneticamente numa chapa que se apoia na mesa ou balcão. Tudo à mão, fácil e prático. Melhor que esse, só dois desse.

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Criação da holandesa Present Time e vendida por O Segredo do Vitorio 

Jato pra onde quiser

Quando se tem uma pia pequena, ter uma torneira flexível é o céu na terra. Por isso, essa torneira da Kohler, cheia de articulações, é ainda mais objeto de desejo. Ela vai para onde você bem entender com mil e uma possibilidades. Via link

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São três pontos de articulação

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E você conduz da forma que precisar

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Depois é só recolher tudo que ela nem ocupa espaço 

Mãos ao alto

Na mesma linha pia-pequena, quanto mais espaço você ganha, melhor. Por isso, esse set é tão legal. Primeiro, porque ele é completo: tem espaço para talheres, pratos e copos. Segundo, porque ele muda segundo a necessidade, já que é modular.À venda aqui

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 Que mais o quê? 

Outro ângulo na gaveta

Há muitos organizadores, de fato, capazes de fazerem a gente suspirar de alívio diante de um espaço mínimo. Por isso, esse organizador de facas para gavetas me chamou a atenção. Fácil de pegar e guardar, com segurança e economia de espaço. À venda aqui.

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E atende todos os tipos e tamanhos 🙂

Criatividade escorrendo

Escorredores são fundamentais, mas quando eles têm um formato que sai do padrão, melhor ainda. Isso precisa, no entanto, ser bem-pensado, como esse aí que aproveita os cantos, quase sempre menosprezados. Com ele, você dá liberdade ás mãos e poupa a bancada do líquido escorrido. Via link.

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Joga o macarrão para escanteio

Tudo na panela

Agora, para quem quer ainda mais praticidade, essa panela da Bialetti incorpora um escorredor na tampa, cheia de furinhos. É pedir demais? rs. Via link

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Do fogão para a pia

E viva a adaptação

Tá, não tem uma panela assim? Então dá para adaptar com essa peça ó: (Via link)

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Aí é preciso mais habilidade

Na direção certa

Em se tratando de derramar o líquido no lugar certo, esse bico condutor adaptável também não pode ficar de fora da lista. E olha que ele serve para os mais variados tipos de conteúdos. À venda aqui

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Tanto para dispensar o óleo…

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Quanto para o chocolate na forminha 🙂

Sem lambuzar nada

Por falar em doce escorrendo, essa é definitivamente uma tarefa que requer habilidade. Para facilitar esse kit para macaron – doce francês irresistível – tem desenho e ergonomia para garantir precisão com muita limpeza. À venda aqui.

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E dá para aproveitar para fazer várias outras delícias

Ponta-cabeça

Com precisão ainda maior, esse dispenser ainda vem com medidor para deixar o trabalho ainda mais profissional.

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É só puxa no lugar certo 😉

Medida certa

Se o seu problema é na hora de medir as receitas meiadas ou então não ter os acessórios corretos para as porções, taí a solução total dos problemas. Um medidor digital bacanudo para não errar mais na mão. À venda aqui

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Sabe aquelas receitas com medidas partidas? Elas não metem mais medo!

Um tapa de design

Para encerrar, um kit de tábuas que se transformam para facilitar a vida de qualquer um na cozinha. Um vira tábua, outro, dobrado, ralador, e os demais, com as pontas viradas, um pote para servir e até ir ao microondas.

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Tire da gaveta

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Dobre as pontas e ganhe um bowl

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Use uma para tábua de corte e a outra dobrada vira um ralador 

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Leve ao microondas um sobre o outro

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Eles fazem bonito até na hora de servir

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Depois, é só levar ao lava-louças e guardar sem ocupar espaço 🙂

O melhor é quando vamos pra baleia

Acho que foi depois de Abrolhos que elas não saíram mais da minha cabeça. Aqueles seres de toneladas bailando como se fossem pequenos peixinhos parecem desafiar todas as leis da física e da lógica. Sim, porque imaginar um ser a la Moby Dick como fofo não tem muito sentido não (é verdade que Free Willy contribuiu muito para essa boa fama). Seja como for, as baleias são fofinhas, as baleias são legais. E nem falo da praia em que Nissim passa férias (lembra do meme? Ele inspirou o título do blog) mas das possibilidades que elas podem ganhar quando se fala, claro, de design. Foi depois que bati o olho na  Wale Cool Fool (que você vê logo abaixo) é que percebi o quanto o shape das baleias é um prato cheio para designers. Daí, quando avancei na pesquisa, simplesmente PIREI com os produtos que encontram nela inspiração. Quer pirar comigo? Então se segura aí, meu caro…

Que cauda é essa, minha gente?

A Scarce Chair Wale Cool Fool do designer espanhol Máximo Riera é uma imponência só. Com uma cauda quase do tamanho real, a cadeira parece ter ganhado forma naturalmente. Se bem que toda a coleção (que tem outros animais incríveis, confira aqui) exigiu o esforço de 30 profissionais de cinco países. O resultado é nada menos que isso…

 ???????????????????????????????????????????????????????????É ou não é gigantesca?

??????????????????????????????????????????????????????????E o caudão? o.O

Versão compacta

Ok, se a sua preferência é por algo um pouco mais reduzido, há opções mini. Como a caixa para guardar pequenos itens do designer norte-americano Karl Zahn. Além de graciosa, ela é articulada.  À venda aqui.

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Bocão fechado

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Bocão aberto 😉

Ou então, as porta-lápis e outros itens da empresa norte-americana Utility Collective, dos designers Eric Pfeiffer e Steve Piccus. Aqui, não falta tarefa para as pequenas.

pw_3794 Na cabeça vão os lápis, na boca, o telefone, e na calda, ufa, o caderninho

E por falar em escritório, que tal um grampeador baleístico? O Victorian Whale Stapler tomou emprestado todo o shape do animal para cumprir sua função estética também. 

62eddc1e952ec271e8327e2529dede5b Vai um grampo aí? À venda aqui

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Do fundo do mar, os gigantescos animais dão de lavada na decoração também. E fica difícil resistir a peças como esse vasinho incrível Thabto que simula um mergulho.

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É só colocar a flor e suspirar

A estante também vai ficar mais bonita e organizada com essa outra baleia “dividida”, também Victorian. Da pra comprar aqui. (Via Bem Legaus)

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Cabeça de um lado, cauda pro outro.  Parece até axé rs  

Sirva-se dela

Na cozinha, há peças ainda mais incríveis. E em formatos dos caricatos aos mais sutis. Como as do designer britânico Jasper Morrison. Criação dele para a marca japonesa Oigen, o set de peças em ferro fundido busca inspiração na água que a baleia ejeta quando vai à superfície.

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O detalhe da chaleira faz toda a diferença

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Assim como o da petisqueira

A jarrinha do designer Jonathan Adler também é uma fofura em formato de baleia. Assim como a mantegueira. Ambas brincam com o desenho da cauda dando a elas a função de alça.

33b9e6774fdb43cfe067a33d3a5b201fDe pé e toda trabalhada no alto-relevo

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Para usar, é só puxar a cauda

Esse açucareiro da Urban Outfitters também usa da mesma ideia com uma esperteza a mais: traz dentro dois copinhos com medidas para facilitar a vida de quem vai preparar quitutes. (Via Link)

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A aguinha faz as vezes de alça da tampa e a cauda, a da base do açucareiro

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Destampe e, ops, olha uma surpresa aí

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ops de novo, são duas! 🙂

Já a Fred & Friends traz o cetáceo para a mesa de festas. Aqui, ao invés de água, são os palitinhos que se jogam para cima à espera dos convidados.

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Pega eu, pega eu!

E, por fim, essa tábua não menos suspirante do designer Tom Roche com direito a boca e até olhinhos recortados ❤ ❤

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Diz se ela não é irresistível?

Chá das cinco com uma pitada de criatividade

Confesso que não sou chegada a um chá, mas tenho uma inveja danada dos que são fãs da bebida tradicionalmente inglesa. É que, além de fazer bem para a saúde, ela também o faz aos olhos. Explico: os conjuntos para chá são, de longe, os mais bacanas quando se fala em design de utensílios gourmet. Não tem pra ninguém. Divertidos, espertos e elegantes, eles lideram o ranking de criatividade na cozinha. Dos infusores aos bules, dá para se encantar com os formatos e funções. Quer ver só? Os bules Tá vendo aqueles galhos ali na parte superior desse bule? Engana-se quem pensa que são apenas estéticos (e nem daria para condenar se fossem não?)

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Pois é, eles servem para acomodar as xícaras, repare…

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E ainda recebem os pingos delas 🙂

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O T-Tree é criação da designer  Wongyung Lee (Via Link)

Se é para pendurar, então, esse aparelho da Freshhome aproveita o movimento para servir sem sair do lugar. É que ele tem dois bicos para despejar o chá nas duas xícaras.

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E ainda vem com uma velinha para manter o chá quentinho

Uma das tendências é sair empilhando tudo – xícaras e bule. Mas, quando essa estrutura faz graça com o formato também, fica ainda mais genial. Como essa Torre de Pisa que até torta é! rs (Via Mod Cloth)

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Os detalhes em alto-relevo garantem a fidelidade

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Depois é só “desconstruir”  tudo

Ma s surpreendentemente mesmo é o Paper Tea Set, do designer japonês Yuya Ushida. Como o próprio nome diz, sim, ele é feito de papel. Trabalhada em dobradura, uma única folha de papel se transforma nessa peça delicadíssima.

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Não se preocupe, o papel é revestido para suportar a missão

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O jogo de cores na geometria cria uma efeito sensacional de sombras

As xícaras Muito mais que apenas uma alça, as xícaras também dão show de design com funções além. Essa, por exemplo, tem um fundo estufado em disco e um bolinha que impede o acúmulo de folhas de chá no fundo do copo, fazendo com que o chá fique homogêneo enquanto você o bebe (veja o desenho)

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(Via Hometone)

Retirar o sachê da xícara sempre é um problema. Pois bem, o designer Samir Sufi, da Yanko Design pensou numa solução. O Tea Cup SlingsHOT funciona como um estilingue.

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É só encaixar a cordinha na fresta…

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…Puxar quando estiver pronto…

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…E se divertir com a comodidade, já que ele espreme até a última gota e ainda acomoda o sachê

(Via Link)

Sachês e infusores Que saquinho sem graça que nada. Hoje os sachês de chá estão tão criativos e divertidos que fica até difícil escolher os preferidos. O mesmo dá para dizer dos infusores que acomodam os sachês e faz o ritual bem mais legal. Reuni alguns aqui dos que mais gosto.

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1 – O Hanger Tea da Yanko Design traz a boa ideia do cabide para o universo do chá

2 – O ritual de infusão fica bem mais legal com o Chingra que funciona como um catavento. É só soprar

3 – O desenho da nota musical parece que nasceu para isso não? Á venda aqui

4 – Que tal embarcar nesse Yellow Submarine carregado de ervas aromáticas? Via link

5 – Não é uma delicadeza essa borboleta pousada na beira da xícara? Poesia pura criada pela designer Yena Lee, também da Yanko Design. Via link

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